A TV Gazeta promoveu uma série de alterações em sua programação noturna. O “Todo Seu” perdeu força nessa nova estratégia e cedeu parte do tempo do programa para novas atrações.
A aposta que mais funcionou foi “A Máquina”, sob comando de Fabrício Carpinejar. É um programa de entrevistas que tenta encontrar um caminho próprio. Carpinejar duela com a máquina que “interfere” no bate-papo e passa orientações para a formulação de perguntas. Ele tenta sair das indagações já banalizadas pelos concorrentes. Carpinejar tem um estilo único. Histriônico. Irreverente. Isso provoca admiração em alguns. Rejeição em outros. Mesmo assim, tenta fugir do comum. Isso é válido.
Fato que não ocorre, por exemplo, no “Hoje Tem” que vai ao ar na quinta-feira. Programa de Pamela Domingues sem criatividade no formato. Nenhuma diferença para os demais.
Já na noite de segunda, a TV Gazeta resolveu corrigir o tremendo equívoco com Maria Lydia. Agora a jornalista comanda novamente o seu programa sobre o mundo político: Hora do Voto.
Carpinejar trouxe um novo ar para a TV Gazeta. Isso é bom.
Fabio Maksymczuk
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